Em Julho de 2025, o Índice GTI-Produtores registrou 49,1%, permanecendo abaixo do valor crítico de 50% por vários meses, indicando uma leve contração mensal no setor de colheita de madeira e de processamento primário nos países produtores representados pelo índice. Enquanto o setor brasileiro recuperou-se, Gana e Tailândia mantiveram tendência de alta, mas outros países ainda apresentam Índice Abrangente GTI em zona de Contração.
Na Ásia, os índices GTI da Tailândia e da Malásia foram de 53,4% e 29,6%, respectivamente. O índice tailandês permaneceu acima do valor crítico pelo segundo mês consecutivo, enquanto o da Malásia continuou abaixo do valor crítico. No lado da oferta, empresas amostrais de ambos os países relataram problemas de escassez de matérias-primas. Neste mês, os volumes de colheita e produção de madeira na Malásia continuaram em declínio. Na Tailândia, apesar das chuvas intensas, a colheita de toras subiu pelo segundo mês consecutivo, e a produção manteve a tendência de alta do mês anterior. Contudo, os estoques de matérias-primas principais continuam em declínio há vários meses. No que diz respeito à demanda, o mercado da Malásia permanece relativamente fraco, mas com redução no grau de contração. O mercado de exportação da Tailândia manteve crescimento robusto, mas a demanda doméstica contraiu-se, parcialmente devido ao fraco desempenho do setor imobiliário.
Na região africana, os índices GTI de Gana, Gabão e República do Congo (ROC) foram de 75,8%, 45,4% e 42,4%, respectivamente. O setor madeireiro de Gana permaneceu estável na zona de Expansão pelo sétimo mês consecutivo, enquanto os índices da ROC e do Gabão continuaram na zona de Contração. No lado da produção, neste mês, a colheita e a produção de madeira em Gana continuaram a crescer significativamente. No entanto, as empresas amostrais do país relataram altos custos de matérias-primas (incluindo Toras e cola), e os resultados estatísticos do GTI também mostraram que os preços de compra das principais matérias-primas no país aumentaram por vários meses consecutivos, indicando uma pressão crescente de custos para as empresas produtoras de madeira em Gana. No Gabão e na ROC, os volumes de colheita passaram de crescimento para queda, e os dados dos últimos seis meses mostram que as atividades de colheita ainda são predominantemente de Contração. Além disso, a produção em ambos os países diminuiu este mês. No lado da demanda, os pedidos de Gana aumentaram gradualmente, enquanto os novos pedidos de empresas do Gabão e da ROC continuaram em Diminuição.
Na região da América Latina, os índices GTI do Brasil e do México foram de 50,8% e 36,7%, respectivamente. O índice brasileiro subiu acima do valor crítico após 6 meses, enquanto o mexicano permaneceu em território de contração pelo segundo mês consecutivo. Neste mês, a colheita de madeira no Brasil caiu significativamente em relação ao mês anterior, com redução também na produção, mantendo-se fraca desde Outubro do ano passado. No México, após quatro meses, a colheita registrou leve queda, com produção em declínio há dois meses. Na demanda, os cenários divergem: no Brasil, o volume de novos pedidos no setor madeireiro cresceu devido à recuperação doméstica, enquanto no México o mercado externo manteve estabilidade e o interno mostrou-se fraco.
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