
Em Outubro de 2025, o Índice GTI-Produtores registrou 48,5%, permanecendo abaixo do valor crítico 50% por vários meses, indicando que a Indústria de colheita de madeira e de processamento primário nos países produtores continua em Contração. Destaca-se que o setor madeireiro brasileiro encerrou a fase de baixa dos últimos meses, apresentando tendência geral de recuperação.
Na região asiática, os índices GTI da Indonésia, Tailândia e Malásia foram de 48,8%, 42,4% e 31,3%, respectivamente, todos abaixo do limiar crítico em zona de Contração. Na oferta: a Indonésia registrou queda na produção pelo segundo mês consecutivo, embora a colheita tenha crescido por vários meses, mas empresas reportaram baixos preços e demanda por toras; a Malásia viu a queda na produção amenizar-se, porém a atividade de colheita, após recuperação no mês anterior, mostrou sinais de contração, atribuída por empresas a clima úmido e mudanças políticas que limitaram suprimentos; a Tailândia apresentou declínio tanto na colheita quanto na produção, com escassez doméstica de matérias-primas como madeira de borracha. Na procura, a Indonésia registrou aumento no volume de pedidos, impulsionado principalmente pelo crescimento significativo no mercado interno, a Tailândia viu a demanda total passar de crescimento para ligeira queda, enquanto a Malásia ainda enfrenta fraqueza nos mercados doméstico e externo.
Na região africana, os índices GTI da República do Congo (ROC) e do Gabão foram de 48,0% e 34,4%, respectivamente. No segmento produtivo, o Gabão registrou diminuição na extração pelo segundo mês consecutivo, enquanto a produção manteve-se estável. Na ROC, tanto o volume de colheita quanto a produção mantiveram-se estáveis em relação ao mês anterior. Na demanda, houve diminuição nos pedidos domésticos e internacionais do Gabão, com leve contração no mercado exportador da ROC, porém a estabilidade geral foi mantida pelo mercado interno.
Na região latino-americana, os Índices GTI do Equador e do Brasil registraram 39,0% e 52,3%, respectivamente, com o índice brasileiro ultrapassando o valor crítico, enquanto o equatoriano permaneceu em zona de Contração. Na oferta, o Brasil interrompeu a trajetória de declínio de vários meses tanto na colheita quanto na produção, registrando crescimento mensal. Em contraste, o Equador registrou queda na colheita e produção, com escassez doméstica de toras. Segundo relatos das empresas GTI-Equador, fatores como excesso de chuvas, greves e falta de equipamentos levaram à redução na colheita de toras. No lado da demanda, o Brasil apresentou recuperação (especialmente no mercado exportador), enquanto o Equador registrou desempenho mais fraco.
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