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Relatório do Índice GTI-Produtores - Dezembro de 2025

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Em dezembro de 2025, o Índice GTI-Produtores registrou 46,3%, permanecendo abaixo do valor crítico de 50% por vários meses consecutivos, indicando que a Indústria de colheita de madeira e de processamento primário representada pelo índice continua em estado de contração.

Na Ásia, os índices GTI da Tailândia, Indonésia e Malásia registraram 46,8%, 46,3% e 29,5%, respectivamente, todos abaixo do valor crítico de 50%, indicando contração. A colheita nos três países apresentou declínio por dois ou três meses consecutivos. Do lado da produção, a Tailândia passou de estável para declínio; a Indonésia registra quedas há quatro meses consecutivos; e a Malásia mantém uma contração prolongada no segmento produtivo. No que diz respeito à demanda, a Tailândia registrou crescimento significativo no mercado de exportação este mês, com desaceleração no mercado doméstico; a Indonésia manteve estabilidade básica no mercado externo e um ligeiro aumento no volume de pedidos internos; enquanto a Malásia continua com demanda interna e externa bastante fraca.

Na região africana, os índices GTI de Gana, República do Congo (ROC) e Gabão foram 56,6%, 48,0% e 34,6%, respectivamente. Em termos gerais, o setor madeireiro de Gana mantém tendência favorável, enquanto a ROC opera em contração há um período prolongado, e o Gabão registra contração pelo quarto mês consecutivo. Na produção: Gana manteve crescimento na colheita e produção; a ROC registrou leve declínio após período estável; enquanto Gabão apresentou queda na colheita pelo quarto mês e na produção pelo segundo mês consecutivo. Do lado da demanda, Gana registrou contração nos mercados interno e externo; a ROC manteve o mercado de exportação estável por dois meses consecutivos, mas a demanda doméstica apresentou declínio; o Gabão teve um crescimento significativo nos pedidos de exportação, interrompendo a tendência de forte queda de três meses consecutivos, embora o mercado interno permaneça fraco.

Na América Latina, os índices GTI do México, Brasil e Equador foram 48,0%, 47,9% e 46,3%, respectivamente, todos abaixo do valor crítico de 50%. No lado da oferta, o volume de colheita e a produção do México têm mostrado basicamente uma tendência de queda nos últimos seis meses; o Brasil estabilizou após dois meses consecutivos de crescimento; enquanto o Equador estabilizou a produção após dois meses consecutivos de queda, com a colheita em declínio por três meses consecutivos, e as empresas relatando escassez de toras e altos preços de aquisição. No lado da demanda, o México registrou crescimento da demanda doméstica e o mercado de exportação manteve-se estável por dois meses consecutivos; o Brasil teve queda na demanda interna, mas, graças aos esforços do governo e das empresas em diversificar mercados, seu mercado exportador manteve crescimento por três meses consecutivos; já o Equador apresentou contração em ambos os mercados, doméstico e externo, neste mês.

Relatório do Índice GTI-Produtores - Dezembro de 2025.pdf

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