
Em fevereiro de 2026, o Índice GTI-Produtores registou 46,8%, permanecendo abaixo do valor crítico de 50% durante vários meses consecutivos, indicando que a Indústria de colheita de madeira e de processamento primário nos países produtores de madeira representados pelo índice continua numa tendência geral de Contração.
Na região asiática, os índices GTI da Tailândia, Indonésia e Malásia foram de 54,5%, 45,5% e 27,2%, respectivamente. Do lado da oferta, a extração na Tailândia caiu pelo quinto mês consecutivo, mas a produção aumentou pelo segundo mês seguido, com empresas da amostra a reportarem oferta insuficiente de madeira no mercado local. Devido ao impacto de condições climáticas de chuvas extremas, a extração e a produção da Indonésia apresentaram declínio, com a tendência de alta sendo interrompida; a extração e a produção da Malásia continuam em tendência de baixa. Do lado da procura, este mês, o volume de novos pedidos da Tailândia continuou a aumentar, apoiado pela procura interna; os pedidos da Indonésia mantiveram-se globalmente estáveis, com um ligeiro aumento nos pedidos de exportação; a situação de mercado da Malásia permanece relativamente fraca.
Na região africana, os índices GTI do Congo (Brazzaville), Gana e Gabão foram de 49,5%, 43,6% e 36,8%, respectivamente. No lado da oferta, o volume de extração no Congo (Brazzaville) aumentou em relação ao mês anterior, enquanto a produção registrou uma ligeira queda; tanto o volume de extração quanto a produção em Gana caíram pelo segundo mês consecutivo; muitas áreas do interior do Gabão continuam a enfrentar fortes chuvas, resultando numa tendência de queda no volume de extração, embora o nível de produção se mantenha estável em comparação com o mês anterior. Do lado da procura, a situação de encomendas no Congo (Brazzaville) é relativamente estável, enquanto o volume de encomendas, tanto domésticas como de exportação, do Gana e do Gabão diminuiu.
Na região da América Latina, os índices GTI do Brasil, Equador e México foram de 49,2%, 44,8% e 41,3%, respetivamente. No lado da oferta, o volume de colheita no Brasil permaneceu estável em comparação com o mês passado, enquanto o volume de produção caiu pelo segundo mês consecutivo. No Equador, o volume de colheita parou de cair e se estabilizou, mas o volume de produção continuou sua tendência de queda. Com a emissão gradual das licenças anuais de colheita florestal, o México registrou o primeiro aumento no volume de colheita em nove meses, enquanto o volume de produção se manteve relativamente estável. Do lado da procura, o volume de novos pedidos no Brasil e no Equador cresceu em relação ao mês anterior, com destaque para o desempenho do mercado de exportação. O volume de novas encomendas do México diminuiu, mas o mercado de exportação manteve-se basicamente estável.
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